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Batistenha

Para todos aqueles que gostam da Caprinocultura.


Na minha infância podíamos brincar livremente na rua. Jogávamos bola nos campinhos de terra. Empinávamos pipa, (quadrado), sem enroscar nos fios elétricos. Pó de vidro colado na linha, nem pensar. Comíamos frutas oferecidas ou surrupiadas em árvores dos quintais que faziam muro com as ruas e travessas. Em certos dias saboreávamos o leite de cabra, quentinho, ordenhado na hora e vendido de porta em porta por um senhor português, (olha o leiiiti de cabra), servido em canecas de alumínio, sem rebarba ou dobra na boca das mesmas, trazidas pelos próprios fregueses. Questão de limpeza bradava o lusitano, limpando as tetas do animal com um pano úmidecido. Nunca pude saber com o que. Me recordo da alvura do tecido de algodão recortado do saco de farinha.

Helcias B de Pádua – extraído dehttp://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=682

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